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CONJUNTO DE OBRAS DE ANTHERO DE QUENTAL

CONJUNTO DE OBRAS DE ANTHERO DE QUENTAL

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Conjunto reunindo cinco opúsculos encadernados num só volume, todos impressos no século XIX e ligados ao debate crítico, estético e historiográfico da literatura portuguesa. 

O volume integra:

- A Dignidade das Letras e as Literaturas Officiaes – Lisboa, Typographia Universal, Rua dos Calafates, 110, 1865. 48 págs. Texto em que Antero reflete sobre o papel social e moral da literatura, criticando a instrumentalização oficial das letras.

- Bom-Senso e Bom-Gosto. Carta ao Excellentíssimo Senhor Antonio Feliciano de Castilho – Coimbra, Imprensa Litteraria, 1865, 3.ª edição. 16 págs. Peça fundamental da polémica literária entre Antero e António Feliciano de Castilho, considerada um dos marcos inaugurais da crítica moderna em Portugal.

- Sá de Miranda. Com uma carta acerca da “Bibliographia Camilliana” de Henrique Marques, por Joaquim de Araújo – Lisboa, Typ. da Companhia Nacional Editora, Largo do Conde Barão, 50, 1894. 38 págs. Ensaio crítico e bibliográfico dedicado a Francisco de Sá de Miranda, com reflexão adicional sobre bibliografia camiliana.

- Oliveira Martins. O crítico litterario – o economista – o historiador – o publicista – o político – Lisboa, Typographia da Companhia Nacional Editora, Largo do Conde Barão, 50, 1894. 52+(1) págs. Estudo de Antero sobre a figura e obra de Oliveira Martins, analisando os vários planos da sua intervenção intelectual.

- Considerações sobre a Philosophia da Historia Litteraria Portugueza (a propósito d’alguns livros recentes) – Porto / Braga, Livraria Internacional de Ernesto Chardron e Eugenio Chardron, 1872. 38 págs. Texto em que Antero discute os fundamentos teóricos da historiografia literária portuguesa.

Encadernação em lombada em pele com sinais normais de uso e passagem do tempo; miolo com alguma acidez e manchas ocasionais, mas globalmente sólido e bem conservado. 

A Questão do Bom-Senso e do Bom-Gosto foi uma das mais importantes polémicas literárias portuguesas do século XIX e marcou simbolicamente o início da chamada Geração de 70. Teve como figura central Antero de Quental e opôs uma geração mais jovem, crítica e modernizadora, ao modelo literário tradicional representado por António Feliciano de Castilho. 

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